A importância de se realizar um diagnóstico corporativo


O diagnóstico é um instrumento indispensável de gestão que permite uma visão clara do negócio.

Vivemos num momento onde a sensação é que se intensificaram as possibilidades, os diversos caminhos e as formas de fazer algo dentro de qualquer contexto em que estivermos inseridos. E muitas vezes ficamos perdidos e até desorientados, pois frequentemente ficamos num dilema entre o que fazer primeiro, já que tudo é considerado urgente e importante e temos muitas opções disponíveis no mercado global.

Dentro do âmbito organizacional, poderíamos dizer, que a primeira ação que deve ser feita e bem feita, para aumentar as chances de sabermos o que temos que fazer em cada momento, sempre considerando os impactos de curto, médio e longo prazo, rumo a longevidade do negócio, é realizar um Diagnóstico Corporativo. E esta prática organizacional ainda é pouco cultivada e realizada de forma consistente e coerente nas empresas.

Ao realizar um Diagnóstico Corporativo significa que é feito um “filtro”, um levantamento de dados, em três níveis:

É verificada a existência de algo; de que forma ela existe e o quanto existe (EXISTÊNCIA)

Do que existe, é verificado o que é conhecido e o quanto é conhecido (CONHECIMENTO)

Do que é conhecido, é verificado o quanto é efetivo, ou seja, se é eficiente e eficaz (EFETIVIDADE)

Por exemplo:

Quando iniciamos um processo de diagnóstico corporativo em uma determinada empresa e perguntamos sobre o Processo de Atração e Seleção de Pessoas naquele contexto, é muito comum verificarmos que o processo existe (na maioria das empresas), a forma como existe (primeiro nível) é empírica e existe ou para níveis operacionais ou para os níveis de liderança (depende do segmento varia esta tendência).

Quando começamos a passar para o segundo nível (conhecimento) também é bastante comum escutarmos que sobre o Processo de Atração e Seleção de Pessoas somente o RH conhece como fazê-lo e que os gestores conhecem um pouco ou o fazem de forma “intuitiva”. E ao chegar no terceiro nível (efetividade), ainda na maior parte das vezes, fica evidente que o processo não é medido, estudado e melhorado/mudado, como seria necessário.

Após realizar estes “filtros” em todos os níveis, já podemos dizer que o diagnóstico corporativo já está sendo construído de forma imparcial, e serão evidenciados naturalmente as potencialidades e os impedimentos de um sistema organizacional.

Para que serve o Diagnóstico Corporativo?

Serve para a liderança identificar o que precisa ser mantido, excluído, melhorado ou construído, sempre considerando a direção estratégica da organização, para definir as ações que fortaleçam a cultura organizacional e estimulem ainda mais uma produtividade de qualidade e na medida necessária para a empresa. Quando é realizado efetivamente o Diagnóstico Corporativo o impacto saudável também é para os liderados, já que as ações que são planejadas para serem feitas por cada função dentro de um sistema, estarão sempre relacionadas ao que foi identificado como primordial e essencialmente para a organização continuar crescendo e se desenvolvendo rumo a longevidade.

Diagnosticar antes de prescrever é a única forma de sugerir ações que impactarão de forma efetiva em todos os pilares organizacionais previamente definidos por meio da direção estratégica do negócio e só assim é possível contribuir para gerar resultados melhores, mais saudáveis e duradouros, de forma clara, relevante e longeva.

Leia também: O que é necessário acontecer para que uma equipe seja considerada Contemporânea?

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