Relacionamento inteligente | Nortus | Gestão Contemporânea

Relacionamento inteligente

30/6/2015

 

A vida é um constante relacionar-se. Desde que somos concebidos, estamos nos relacionando. Primeiramente, com nossas mães, e, por intermédio delas, com tudo e todos. Após o nascimento, as interações só aumentam e, com elas, o convite intrínseco para continuarmos nos desenvolvendo. A continuidade da vida humana, de forma coletiva, depende de como nos relacionamos e de como nos comportamos diante das necessidades do dia a dia. Somos inteligentes ou pouco inteligentes em nossos relacionamentos?

 

Relacionamo-nos com tudo. Com ideias, com pensamentos, com coisas, com pessoas, com plantas e com animais. Tudo é interação. No dia a dia, tendemos a não perceber a quantidade de relações que nos envolvem constantemente. Somos seres coletivos, e, como tal, necessitamos de outros para continuarmos nossas jornadas. Fazemos tudo que fazemos, todos os dias, para continuarmos vivendo com bem-estar, ao mesmo tempo em que todas as demais pessoas estão fazendo a mesma coisa.

 

Culturalmente, passamos a maior parte de nossos momentos pensando em nossas próprias necessidades e, quando nos relacionamos, passamos longe de fazê-lo de forma colaborativa. O ser humano, como ser coletivo, precisa dos demais para continuar vivo. Para, em adição a isso, viver em estado de bem-estar, precisa saber viver de forma colaborativa. Na maioria das vezes, entretanto, ignoramos essa lógica.

 

Hoje, vemos um mundo de disputas, ataques e defesas. Pouco se vê de construções generativas. Se somos seres que precisam de semelhantes para crescer e se desenvolver, o que nos impede de crescermos junto aos outros? A incoerência que existe entre sermos a espécie mais inteligente e a forma como nos comportamos em nossos relacionamentos é algo intrigante. Talvez nos falte acolher a ideia de que ainda alimentamos linhas intelectuais de eras arcaicas. Para darmos novos passos, precisamos deixar algumas formas antigas de comportamento para trás.

 

Quando compreendemos que os outros têm suas necessidades e que, em essência, são as mesmas que as nossas próprias, o mais inteligente é construirmos o nosso bem estar e o de todos por meio da colaboração. Se sempre enxergamos nas outras pessoas oportunidades para ganhar alguma coisa ao invés de oportunidades de desenvolvimento mútuo, que tipo de relacionamento estamos cultivando?

 

Precisamos ser verdadeiramente inteligentes; inteligentes o suficiente para continuarmos vivendo ao invés de sobrevivendo.

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