Plano de sucessão e longevidade organizacional | Nortus | Gestão Contemporânea

Plano de sucessão e longevidade organizacional

16/3/2017

O plano de sucessão é essencial para se estar realmente preparado para qualquer adversidade que possa acontecer com as pessoas nas posições-chave da empresa.

 

 

A maioria das empresas ainda não possuem planos estruturados de sucessão, e isso normalmente acontece por determinados motivos, como, por exemplo, por falta de preparo e conhecimento no assunto, e também por negligenciar este tema, considerando, muitas vezes, que não é necessário investir tempo e energia no assunto, pois já existem sucessores preparados para assumirem as posições-chave para o negócio. Com isso, este tema só é lembrado ou focado quando acontece alguma emergência com as pessoas-chave da empresa, seja por morte, por uma doença grave, pelo desligamento do profissional ou por um pedido de demissão.

 

Mas, afinal, o que é um plano de sucessão? É um plano estruturado pelo gestor, normalmente com o suporte do RH ou consultoria especializada, que considera a direção estratégica da empresa e as necessidades organizacionais, com foco nas funções vitais para o negócio - tanto de especialistas quanto de gestão - e os devidos impactos a curto, médio e longo prazo do negócio.

 

As principais falhas que existem nos planos de sucessão são:

 

1ª Falha: Considerar as pessoas para a sucessão, e não as posições-chave que precisam ter pessoas preparadas, técnica e comportamentalmente, para atuarem.

 

2ª Falha: Definir os planos de sucessão e engaveta-los, ou seja, fazer apenas para cumprir tabela, ao invés de estruturar as condições necessárias para que o plano de sucessão realmente seja concretizado.

 

3ª Falha: Realizar o mapeamento de sucessão de forma parcial e tendenciosa, sem recorrer a especialistas no assunto que poderão utilizar técnicas e ferramentas de assessment para validar o processo de forma imparcial e assertiva;

 

4ª Falha: Considerar apenas o histórico do desempenho da pessoa em questão ao invés de considerar o perfil, o potencial e o desempenho.

 

5ª Falha: Não monitorar e não fazer ajustes no plano de sucessão semestralmente e sempre que houver uma alteração na direção estratégica da empresa.

 

Por que uma empresa deve fazer um plano de sucessão? Para se estar realmente preparado para qualquer adversidade que possa acontecer com as pessoas nas posições-chave da empresa e para ter pessoas preparadas caso haja uma nova oportunidade de expandir o negócio, prevenindo, inclusive, possíveis crises que possam impactar no crescimento saudável e longevidade organizacional.

 

Qual é o risco de não se ter um plano de sucessão? Ficar vulnerável e entrar em crise quando houver a perda de um executivo que ocupa uma posição-chave no negócio, enfraquecendo, inclusive, a cultura organizacional, e impactando de forma destrutiva na produtividade e entregas a curto, médio e longo prazo previstas na direção estratégica da empresa.

 

Outro ponto é a empresa ficar impedida de ampliar o negócio, já que não há pessoas preparadas nas funções vitais organizacionais.

 

A sua organização já tem uma plano de sucessão organizado e funcionando bem? 

 

Leia Também: A gestão e a armadilha do conhecimento

 

 


 

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