Os desperdícios e a gestão do tempo | Nortus | Gestão Contemporânea

Os desperdícios e a gestão do tempo

6/4/2017

Colaboradores com comportamentos inadequados geram os desperdícios da sua empresa.

 

Talvez o bem mais precioso das organizações esteja se transformando na linha do tempo, organizadora das tarefas e dos planos de desenvolvimento que precisam acontecer. E talvez já esteja passando o tempo dos colaboradores serem o diferencial das organizações.

 

Não são os colaboradores que são o diferencial. Somente alguns colaboradores o são.

É possível um profissional que é um excelente técnico e tem comportamentos tóxicos ser o responsável direto dos maiores índices de produtividade de uma organização? Foi um colaborador desse tipo que alcançou um excelente número, ou foi o sistema ao seu redor que se sacrificou para que a meta fosse alcançada?

 

Quanto desperdício de tempo, de energia, de recursos e de colaboração um profissional com comportamentos tóxicos é capaz de gerar dentro de uma empresa? 

 

O quanto perde-se de ganhar, no final de tudo, por causa do modelo que afirma que um ótimo técnico pode ter problemas comportamentais e fazer o que quiser? 

 

O quanto somos desprovidos de condições para vermos que o tempo em que tudo é produzido é desperdiçado quando existem comportamentos “caseiros” em nossas empresas?

 

Como ter uma gestão do tempo adequada se, na composição do dia a dia profissional de uma empresa, estão misturadas as atitudes e comportamentos medíocres que as pessoas trazem de suas educações anteriores? 

 

Todo tipo de desperdício tem origem em uma atitude ou comportamento desajustado. 

Os planejamentos que funcionam – entregam o planejado, ao mesmo tempo que melhoram o sistema – são aqueles em que profissionais com comportamentos construtivos estão envolvidos. Quantas coisas poderiam ter tido resultados fantásticos para todos os envolvidos, mas foram represadas nos comportamentos doentios de algumas pessoas?

 

“Quero mostrar que o outro está errado e eu estou certo”, “O outro é que deveria ter feito dessa forma”, “As pessoas querem me prejudicar”, “Preciso fazer quieto e do meu jeito”, “Eu precisei fazer desse jeito, porque o sicrano fez tal coisa”, “Vou ficar quieto agora, mas depois dou jeito e faço diferente”, “O sicrano não vê o que está acontecendo”, “Têm pessoas contra mim”, etc.

 

Quanta vitimização, não é mesmo?

 

Quantas centenas de possíveis pensamentos como esses existem e geram os desperdícios que achamos acontecerem por problemas técnicos ou por falta de processos e procedimentos?

 

Um grande problema, na maioria das organizações, é não ver que a origem dos seus problemas é justamente não entender o que realmente tenciona a sua produtividade: pessoas com comportamentos tóxicos que acham que estão certos.

 

E a nossa grande doença coletiva é, como pessoas e profissionais, não admitirmos que temos atitudes e comportamentos tóxicos. 

 

Vamos à obra? Vamos construir uma empresa querida e produtiva, que ao mesmo tempo desenvolva seres humanos melhores?

 

Assista também: O efeito bola de neve nas empresas

 

 

 

 

 

 


 

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